Whindersson Nunes: depressão sorridente?

Whindersson Nunes: depressão sorridente?

Olá meus bombons de licor, tudo bem com vocês?

Dando continuidade as matérias sobre o setembro amarelo, hoje eu trouxe a história do humorista e Youtuber, Whindersson Nunes e como ele lidou com a depressão.

Whindersson é filho do casal Hidelbrando Sousa Batista e Valdenice Nunes, que teve mais dois filhos. Com uma origem humilde e enfrentando problemas financeiros, a família teve que mudar de endereço mais de 20 vezes na cidade.
Ainda adolescente, Whindersson, aos 15 anos, começou a gravar vídeos e postar no YouTube.
Somente com o lançamento da paródia “Alô vó, tô reprovado” postado em 2012 que Whindersson Nunes passou a obter milhares de curtidas no canal. De repente foi ganhando notoriedade e se tornou muito popular entre jovens e adolescentes ávidos pelos seus vídeos.

Com o sucesso e buscando o reconhecimento, Whindersson se mudou para a capital do estado Teresina e por não ter onde morar, foi para a casa de um amigo.

Em 2013, o canal de Whindersson Nunes foi hackeado e consequentemente excluído pelo hacker. O que não fez com que o mesmo desanimasse, mas sim investisse em outro canal, que, aliás, é o que usa atualmente.

Devido ao sucesso deste novo canal, ele passou atuar de forma mais profissional, lançando vídeos com mais frequência. Whindersson Nunes logo alcançou marcas impressionantes e hoje seu canal ultrapassa os 22 milhões de inscritos sendo, deste modo, o maior do Brasil e o 20º no ranking mundial.

Em uma entrevista à Veja em julho de 2019, Whindersson deu algumas declarações bem importantes sobre a sua doença e em como ele lidou com ela. Quebrando mitos sobre humor e depressão. Confiram esses trechos que eu selecionei!

Você é a pessoa que tem o maior número de seguidores do Brasil, com 36 milhões de inscritos em seu canal no YouTube, e é considerado o humorista mais engraçado da geração digital. Como é fazer milhões cair na gargalhada enquanto enfrentava a depressão?

“Nunca vi uma ligação entre a doença e ser engraçado. Na verdade, sempre fui feliz. Mas muitas coisas aconteceram na minha vida, como eu ser novo e ter muita responsabilidade. Também há um choque de cultura. Sou do interior do Piauí, a minha vivência era outra. As pessoas que me ro­dea­vam eram outras. Hoje é tudo diferente.”

E o que você fez?“ ”Fui à terapia para identificar que era algo psicológico, para entender o sentimento que me deixava preocupado. Faço terapia três vezes por semana desde então.” — Busquem ajuda, liguem 188 (CVV) compartilhem suas dores!

Por que expôs sua doença?” “Muita gente me relatou ter ficado feliz após escutar uma piada minha, que eu levo alegria em momentos tristes. Então achei justo dividir quando era a minha vez de pedir ajuda. Recebi muita oração e carinho, foi gratificante.”

O senhor mudou a forma de fazer piada?” “Sim, em vários pontos. Nos vídeos do meu canal, era normal aquele negócio de chamar um cara de ‘viadinho’. Hoje, não falo mais. Também lembro de falar ‘gordinho’ para se referir a um rapaz. Todo mundo caminha para ser uma pessoa melhor, se libertar. Esse é o meu caso. Eu era evangélico, então não tinha música que não fosse evangélica em meu celular, as chamadas mundanas. Hoje, escuto toda música sem isso ter problema com a minha fé. Sou cristão.”

Bom meus bombons, por hoje é só espero que vocês tenham curtido e que sirva de inspiração ou exemplo para alguém!

Fontes: ebiografia, biografias resumidas e VEJA.

Matéria por Laysa Costa e Gabriela Oliveira

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