THE UNDERCLASS: CONGRATULAÇÃO

THE UNDERCLASS: CONGRATULAÇÃO

Olá, meus amores. Tudo bem com vocês? Voltamos para um review de The Underclass. 

Essa semana nos despedimos das nossas Ovelhas Heroínas em suas congratulações universitárias. Como já devem ter notado meus reviews são um pouco diferentes, eu procuro absorver o máximo de informações não só do que é falado, como também do que é passado por imagens então, parte desse texto, tem muito da opinião desta humilde colunista que vos escreve.

Para quem não sabe, De A a F: The Underclass é uma lakorn que retrata a vida de garotas em um internato feminino pré universitário, e  a luta contra um sistema ditatorial que as impede de tomar suas próprias decisões e escolhas para o futuro. Durante um tempo, as regras exigidas foram seguidas a risca, até ocorrer um acontecimento trágico.  As exigências da instituição foram criadas no intuito de estimular as alunas a manterem o  foco no desenvolvimento da aprendizagem. Todavia, a situação fez elas se desentenderam e começaram a se auto rotularem como melhores ou piores, de acordo com sua classe social.

A implantação de regras e sistemas penalizadores em determinadas instituições, sem respeito aos direitos de escolhas, torna o ambiente tóxico e perigoso. Medidas impostas principalmente durante a juventude, de forma que as crianças e adolescentes não possam se desenvolver de acordo com suas próprias decisões e desejos, fazem deles prisioneiros e retardam seu crescimento. Em “The Underclass” vemos como algumas decisões e métodos inadequados na educação podem fazer os alunos retrocederem tanto no aprendizado que isso acaba refletindo na vida. As alunas da escola Satree Lerdla viveram na pele como o futuro pode ser destruído por algumas palavras e atitudes impensadas.

Em todo regime, há infringimento das regras e em De A a F não foi diferente. Ainda mais sendo regras injustas. As classes eram divididas de acordo com as notas. Até então, isso não seria um problema, desde que a média de desempenho não fizessem vítimas do preconceito. A classificação de turma era de A, consideradas as melhores, a F, as piores. Isso geraria, sim, uma competição saudável para estar sempre entres as mais inteligentes, desde que a competição fosse justa, com as mesmas oportunidades para todas. Mas não era bem assim que funcionava. Somente as alunas da classe A tinham o privilégio de acesso a todos os materiais disponíveis para estudos, limitando as outras turmas. Quanto ao rendimento exigido, era o mesmo para o colégio inteiro. Sendo assim, levar essas regras adiante era um enorme erro da diretoria.

Entre as muitas limitações para as classe consideradas inferiores, não poder estudar todas matérias era uma delas. Essas medidas contribuíram para que o orgulho e excesso de ego de algumas machucassem as outras com atitudes preconceituosas como agressão verbal e discriminação. Enquanto o ego de algumas era exagerado, outras diminuíam a si mesmas sendo afetadas pela tirania do sistema. Tanto que uma das alunas da classe F cometeu suícidio por se achar incapaz de seguir seus sonhos de estudo no futuro. Foi alvejada com pensamentos de que não era merecedora de grandes realizações por não estar entre as melhores, mesmo que estivesse só começando sua vida  com apenas 16 anos. Em uma das matérias do setembro amarelo fiz um especial sobre ela. Vou deixar o link no final do texto.

Nesse episódio final foi feita uma conclusão de todas as batalhas psicológicas enfrentadas por essas garotas. Após a trágica situação de perda de uma das colegas, a classe F se tornou as Ovelhas Negras! A turma de heroínas que passaram a lutar contra o regime escolar em defesa de todas que estavam sendo injustiçadas. Dessa forma, tentavam corrigir o erro educacional que as impediam de serem livres dentro de si mesmas e seguir adiante caminhando com as próprias pernas, e não sendo arrastadas. Por esse motivo a classe F lutou bravamente até conseguir que todas entendessem o verdadeiro valor de sonhar e lutar por seus sonhos, mesmo ficando perdidas às vezes. 

Viram companheiras se perderem por um tempo algumas subjugadas pelo medo, outras por não saberem como escolher, e outras por não terem aprendido a administrar a perda, fizeram dela o motivo para ficarem mais fortes para uma vitória futura. Pang e Tam mostraram com seus personagens, o quão prejudicial esta situação pode ser, uma por estar perdida e pressionada emocionalmente pelo desejo de agradar os adultos. A outra, por medo de fracassar, alimentada pela ditadura de superioridade, onde só tem valor se for sempre o centro das atenções.   

Pang viveu a melhor transformação de sua vida. Descendo da classe A a F, aprendeu muitas lições junto às ovelhas, principalmente o valor da amizade, companheirismo e lealdade consigo mesma. Superou o medo de decepcionar os outros e a família, aceitou que faz parte do crescimento cometer erros, contanto que seja por suas próprias escolhas. Tão importante quanto não se perder no caminho, é nunca desistir de procurar a direção correta.

Tam se cobriu com o manto do deslumbre de estar sempre no lugar de mais destaque e, por isso, passou por cima de muitas outras pessoas. Contudo, machucou parte de seu eu, sufocando o restante com prazer provisório de ser vencedora em batalhas que nunca foram suas ou que nunca foram justas. A compensação dessas ações quase a levou na mesma direção que a aluna Rain, querendo dar fim no sentimento de perda quando ele chegou. Todavia, Tam aceitou que passaria por perdas da vida, e usou a derrota como força para buscar a vitória futura.

Todas juntas aprenderam que nunca seriam ou teriam comportamentos iguais, ainda que tivessem algumas semelhanças. Somos únicos do nosso modo porque ser diferente é natural. Cair, levantar, correr, dar um tempo, faz parte da jornada da vida. Só não podemos nunca desistir, mesmo tendo que mudar de métodos para prosseguir. Pois os rastros deixados das pegadas por onde passamos se tornam direção para os que vêm atrás sigam, em busca de um caminho.

Por fim as garotas conseguiram uma oportunidade de lutar suas próprias batalhas, para poderem ter o direito de entrar na guerra de forma justas e sem trapaça. Antes de entrar na guerra que é a vida, elas enfrentaram uma guerra interna de classe onde quem ganhar tem o direito de decidir como será o sitema futuro do instituto de ensino e com isso afasta os fantasma da opressão que as asombra a anos.

Houveram várias modalidades de disputas, as gramaticais, as esportivas e as de sobrevivências com a participação de todas. Muitas foram as descobertas quanto a inteligências, o espírito de equipe, a força de vontade. Colocaram todo seu empenho para demonstrar pelo que estavam lutando e a cada batalha uma surpresa nova surgia. Não estavam ali para apagar as verdade adultas e sim administrá las juntas  alunos e professores, para elas se tornarem adultas consigam ter identidade própria.

Como tudo na vida tem que haver um representante, no final da guerra escolar uma turma faria isso e daria uma nova visão ao sistema e quem levou a melhor foi a turma F. Feito jus a luta delas como ovelhas heróicas defendendo a todas sem deixar de fazer o certo ganharam com mérito teatral contando e fazendo sua história. Agora com o poder as mãos foram adolescentes justas com um um sistema injusto criado pelos adultos. Ativaram a democracia e não só uma turma e sim todas, puderam apontar de forma compartilhadas novas regras se assim fosse de acordo geral.

Agora que as regras foram decididas vamos para o amor, esperamos 13 episódios para termos nosso romance Tee e Pang. A chorona da turma A que desceu os degraus de classe até a F, conquistou não só as novas colegas como também o professor príncipe  gato de educação física, que em seu cavalo digo motocicleta, a leva para um encontro.

Pessoal espero que tenham gostado de acompanhar com a gente essa série maravilhosa, ela mostrou muita coisa sobre os problemas que os jovens enfrentam no começo das escolhas para o futuro.Obrigada por terem chegado até fim com a gente. 

Link do especial citado no texto:  

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