GIRL IN RED

GIRL IN RED

Olá, meus unicórnios, tudo bom?

Não tinha como encerrar o mês do Orgulho sem falar dela, Marie Ulven ou também conhecida por seu nome artístico, “girl in red”. Poderia dizer que é a dona dos melhores hinos sapatões, mas sou suspeita pra fazer essa afirmação. Vamos conhecer um pouco mais sobre essa fada?

girl in red

Marie Ulven Ringheim nasceu no dia 16 de Fevereiro de 1999, em Horten, Noruega, e é uma cantora e compositora de indie pop. Marie foi nomeada uma “ícone queer” pela Revista Paper, e um “fenômeno” que é “uma das mais astutas e empolgantes cantoras e compositoras que trabalham no mundo do violão” pelo jornal New York Times. É conhecida por escrever sobre romance queer e saúde mental. Seu avô, segundo ela, foi quem despertou seu interesse pela música.

Depois de receber o microfone do Blue Yeti por seu pai, em 2015, Marie começou a escrever e lançar música norueguesa para o SoundCloud, sob o apelido de “Lydia X”. Ela havia deixado de ir em suas aulas de violão, após seu professor ignorar seu interesse em escrever e produzir. A carreira de Marie Ulven, de 21 anos, começou com composições em norueguês, sua língua materna, mas logo a cantora percebeu que se sentia mais confortável cantando em inglês.

Como surgiu o nome artístico atual? De coração partido, Marie comprou um suéter de gola alta vermelho e lembrou da brincadeira que fez com a amiga ao chamá-la de “girl in red”. Com um clique em sua mente, assim nasceu girl in red. Usando o novo apelido, ela lançou, em setembro de 2017, sua primeira música chamada “I Wanna Be Your Girlfriend”, que conta sobre um amor não correspondido, inspirada numa garota que ela gostava. Vou deixar aqui o link da música com a tradução para apreciarem essa obra de arte:

https://www.youtube.com/watch?v=nhXBTuEX_zs

Os singles de Marie em 2018, “Summer Depression” e “Girls” ganharam milhões de visualizações e streams online. No início de 2019, ela ganhou seu primeiro prêmio quando recebeu o “Iniciante Norueguês do Ano” no GAFFA Awards 2018. Ela embarcou em sua primeira turnê internacional, “World in Red”, em outubro de 2019, apresentando-se em cidades como Dublin, Irlanda, e San Francisco, Estados Unidos. 

Marie mora no distrito de Grünerløkka, em Oslo, e é abertamente lésbica. Em 2019, ela terminou de estudar produção musical e composição na Westerdals Oslo School of Arts, Communication and Technology. Ela usa seu próprio quarto como estúdio para produzir suas músicas. O resultado disso é um som caseiro de bedroom pop que só deixa o trabalho de girl in red mais autêntico.

girl in red, apesar de escrever música para garotas, disse que o foco do seu trabalho é escrever sobre amor, então, segundo ela, não teria diferença se fosse hétero e escrevesse sobre garotos. Resumindo e voltando àquele clichê, mas bem válido de lembrar: amor é amor. Em sua canção intitulada “Girls”, ela fala um pouco sobre seu processo de aceitação. E a música é simplesmente perfeita, confiram:

https://www.youtube.com/watch?v=F3yrod7ySik

Discografia:

~ 2017

“I Wanna Be Your Girlfriend”

“Will She Come Back”    

“Dramatic Lil Bitch”    

~ 2018    

EP Chapter 1: Com músicas curtas que totalizam treze minutos

“Say Anything”    

“She Was the Girl in Red”    

“Summer Depression”    

“4am”    

“Girls”    

“We Fell in Love in October”    

~ 2019    

“Watch You Sleep”    

“I Need to Be Alone”    

“Dead Girl in the Pool”    

“I’ll Die Anyway”    

“Bad Idea!”

A minha música favorita é Bad Idea e vou deixar aqui para ouvirem com a tradução. Tem uma pegada sofrência? Talvez, mas com certeza é uma das melhores música da girl in red:

https://www.youtube.com/watch?v=GyEP85rnjFA

As músicas de Marie são feitas propriamente para sentirmos uma emoção e aproveitar a sensação que ela proporciona, não necessariamente no intuito de fazê-lo esquecer do que esteja sentindo. Ela tanto escreve sobre amor, como outros sentimentos. Um exemplo disso é “I’ll Die Anyway” que fala sobre uma crise existencial, lançada no dia 16 de Julho de 2019. Um comentário de Marie sobre a música foi: “Acho que essa é a música mais honesta que escrevi sobre como enxergo minha vida. Entender a vida e o que significa ser humano é difícil. Eu sempre questionei minha existência, ou seja, o tempo e o universo. Tudo o que sei é que não sei.” O intuito da música, apesar de melancólica, é ser reflexiva.

Bom, meus amores, por hoje é só, espero que tenham gostado e não esqueçam de seguir a BLB em todas as redes sociais e ficar por dentro das novidades. Beijos.

Fontes: Wikipédia, Valkiras e Papel Pop.

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Vitória

Estou viciada nessas músicas!!!


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