Eu estive aqui: quebrando mitos sobre depressão e suicídio!

Eu estive aqui: quebrando mitos sobre depressão e suicídio!

Olá meus bombons de licor, tudo bem com vocês?

Dando continuidade as matérias referente ao setembro amarelo, eu trouxe hoje a resenha do livro “Eu estive aqui” da Gayle Forman, autora mais conhecida pelo seu romance que deu origem ao filme de mesmo nome “Se eu ficar”.

Sinopse: Quando sua melhor amiga, Meg, toma um frasco de veneno sozinha num quarto de motel, Cody fica chocada e arrasada. Ela e Meg compartilhavam tudo… Como podia não ter previsto aquilo, como não percebeu nenhum sinal? A pedido dos pais de Meg, Cody viaja a Tacoma, onde a amiga fazia faculdade, para reunir seus pertences. Lá, acaba descobrindo muitas coisas que Meg não havia lhe contado. Conhece seus colegas de quarto, o tipo de pessoa com quem Cody nunca teria esbarrado em sua cidadezinha no fim do mundo. E conhece Ben McCallister, o guitarrista zombeteiro que se envolveu com Meg e tem os próprios segredos.Porém, sua maior descoberta ocorre quando recebe dos pais de Meg o notebook da melhor amiga. Vasculhando o computador, Cody dá de cara com um arquivo criptografado, impossível de abrir. Até que um colega nerd consegue desbloqueá-lo… e de repente tudo o que ela pensou que sabia sobre a morte de Meg é posto em dúvida. Eu estive aqui é Gayle Forman em sua melhor forma, uma história tensa, comovente e redentora que mostra que é possível seguir em frente mesmo diante de uma perda indescritível.

Desde muito novas, Meg e Cody eram muito próximas. Para Cody, que vive longe de grandes demonstrações de afeto, Meg passou a ser a única família. Além disso, Cody tem certeza de que a amizade delas é forte o suficiente para aguentar qualquer dificuldade. Cody não tinha dúvidas de que alguém como Meg, feliz e com uma família amável e carinhosa, nunca seria capaz de cometer suicídio. E mais, como grandes amigas, Cody sabia que Meg falaria com ela caso algo estivesse errado. Supondo que por serem melhores amigas, não haveria segredos. Era assim que Cody pensava.

Mas o fato é que Meg não contou para a amiga sobre a solidão, o medo, a dor mal compreendida, e a vontade enlouquecedora de controlar o fim da própria vida. Assim, cheia de dúvidas e profundamente magoada, Cody embarca em uma aventura para buscar respostas que justifiquem a morte da amiga. Mas, logo essa viagem vira uma auto descoberta.

Conforme a história avança, você não vai apenas com a história e busca de Cody, mais sim também com as emoções dela. Você se vê muito inserido na história, esta quê é contada pelos olhos da intensa personagem.

Gayle Forman trabalha com importantes dilemas da vida de um adolescente/jovem adulto: faculdade, primeiro emprego, relações familiares, nos apresentando um livro com uma pegada de tragédia, romance e suspense Gayle nos leva junta nessa viagem de descobrimento de Cody, você se vê preso no livro é nós nuances que a autora cria, querendo assim chegar ao fim e desvendar toda a trama. Eu indico demais esse livro, além de falar de temas atuais e muito necessários ele quebra muitos mito, como o de que pessoas felizes, com boas famílias e vidas bem sucedidas não tem motivos para ter depressão ou cometer suicídio.

Essa foi a resenha de “Eu estive aqui” espero que tenham gostado. Fiquem atentos a nossas matérias sobre o setembro amarelo, beijos e até a próxima!

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