A simplicidade do amor em Roommate The Series

A simplicidade do amor em Roommate The Series

Sejam todos bem-vindos a mais uma resenha. Desta vez, vamos conversar sobre Roommate The Series, curta metragem tailandesa recentemente lançada e que deixou um gostinho de “quero mais”.  

Ficha Técnica

A série possui apenas quatro episódios com duração média de 20 minutos e um episódio especial que sairá na semana que vem. Além disso, é a primeira obra “BL” produzida e dirigida pelo DoubleM Studio.

Caracterizando-se como uma produção de baixo investimento e com um elenco reduzido, Roommate com certeza irá conquistar o seu coração.

Sinopse e Trailler

“Quando um estranho desconhecido chega ao mesmo quarto. Involuntariamente, como será a história desses dois meninos?”

Análise e Opinião

Antes de analisar o dorama, que tal primeiro conhecer o elenco?

Nosso casal protagonista é formado por Sky (Golf Trithep Krungsrimuang) e James (Game Chusak Thu-Naa), diferente de outras produções, as personagens secundárias são todas mulheres, e como se não fosse o suficiente, todas são fujoshis, o que de certa maneira acaba ajudando o desenvolvimento de nosso ship.

São elas: Smile (Naruemol Aomponds Torlum), Maprang (Mook Thanika) e a “Médica” (Kotchapan Puagpitat).

Depois de familiarizado com as carinhas e os nomes, seguimos então para a análise.

Somente para recapitular o trailer e, caso você ainda não tenha conferido, a história se inicia quando James recebe uma ligação de sua mãe dizendo que Sky, filho de sua amiga, coincidentemente estuda na mesma faculdade e curso que ele, dessa forma, seria mais conveniente que ambos dividissem o mesmo quarto.

Já imaginou?

James nem tem tempo de redarguir, logo em seguida Sky chega ao dormitório e então a história dos dois se inicia.

Por se tratar de uma curta, mantenho a minha opinião sobre a necessidade de compreender alguns aspectos que, em obras com um maior investimento e número de episódios, nosso olhar “crítico” se tornaria mais ativo.

Começando pela direção, no geral considero-a mediana, a própria empresa responsável, em um comentário no Facebook, disse que sentiu a vontade de produzir um romance entre garotos, ainda que sem investimentos e patrocinadores. Sendo assim, apenas pela vontade de produzir um “BL” para nós, dou um ponto positivo.

Sobre a atuação, a respeito do casal eu gostei bastante. Simples, mas com química. Não foi algo forçado e, mesmo com nuances clichês, teve um “quê” de autenticidade.

Agora, sobre as personagens femininas, achei um humor exagerado. Confesso que ri com a Maprang e com a médica, mas teve momentos que senti um pouco de vergonha alheia pela forma que se expressaram. Enfim, meio que entendi “a proposta”, contudo poderia ser trabalhado de outra maneira.

Ainda sobre os atores, preciso perguntar se mais alguém notou uma semelhança (em maior ou menor intensidade) dos protagonistas com outros atores que a gente já conhece.

https://www.instagram.com/p/Buq6U_5FfKz/?igshid=2256uk9syezb
James Teeradon, “Love” em Great Men Academy.

Achei o Game muito parecido com o Mew Suppasit, que fez o “Tharn” em TharnType (ainda que com tom de pele mais escuro e um pouco bochechudo) e o Gulf idêntico ao James Teeradon, que interpretou a “Love” em Great Men Academy. Eu preciso que vocês comentem dizendo se “sim”, eu tenho razão, ou se “não”, eu estou surtando. Não se esqueçam, é para o meu TCC!

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Mew Suppasit, “Tharn” em TharnType.

A trilha sonora, no caso as Osts (ou MV), como sempre, estão nos “padrões tailandeses”. Ou seja, estão perfeitas. A melodia é linda, leve e lenta. A letra é incrível, profunda e fala sobre amor. O Recorte de cenas é maravilhoso, e mais uma vez deixa a gente encantado pela cultura do país.

Caso tenha interesse, segue o clipe de uma delas:

A respeito da cenografia: é simples e grande parte das cenas acontece, como o próprio nome da série sugere, no dormitório dos meninos. O jogo de câmeras talvez poderia ter sido mais dinâmico, porém a qualidade está adequada. Repito, ainda sim está nos padrões de uma curta metragem.

Por último, a história. Não é um clichê com todas as letras, mas permaneceu em torno daquele universo acadêmico o qual já estamos acostumados e alguns até mesmo saturados. Pelo menos eu acredito que eles não sejam estudantes de engenharia. De toda a forma, gostei.

Sobre o desenvolvimento, achei engraçado e fofo, porque no começo o James é o “superprotetor” e meio que mandava no Sky, mas com o tempo, é o Sky quem começa a ficar “preocupado” com o outro. E claro, a gente que gosta de ver essas “demonstrações de afeto”, porque ficamos caídos de amor por eles.

Eu só fiquei incomodado com a cena final do quarto episódio, na verdade, considerei confuso. Se você ainda não viu, pule o próximo parágrafo!

Aparentemente, os meninos tiveram relações sexuais, porém um deles estava alcoolizado. Bom, acho que já podem imaginar o problema, né? Eu acho que já passou da hora desse tipo de “plot” deixar de ser tão recorrente em “BLs” e, mais do que isso, penso que devemos parar de “normalizar” cenas assim, porque sexo sem consentimento (ou com pessoas “inconscientes”) é errado.

Recomenda?

Olha, sim. É curto, em uma hora você consegue acompanhar a história desses dois meninos que se conhecem “voluntariamente” por causa do mesmo curso e que com o tempo vão se tornando íntimos até que se apaixonam.

Exceto a cena final do quarto episódio que me incomodou, o restante é tudo muito bem feito. Fiquei sabendo apenas hoje que haverá episódio especial na quarta-feira que vem, provavelmente no mesmo horário, às 11h30min, segundo o horário de Brasília. Espero que esse “final” seja esclarecido!

Assistam! E sigam os atores no Instagram!

Beijos, tchau.

Referências

MyDramaList

Canal Oficial da série

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